O 16º Fórum da Internet no Brasil (FIB16) tá chegando e no Dia Zero vai rolar um debate SENSACIONAL.
Pela primeira vez, o Instituto Mutirão vai participar do evento articulando uma mesa que nasce da sua atuação prática em governança digital, redes e tecnologias de interesse público.
DIA 25 de Maio, segunda-feira, de 13h30 às 15h00:
Entre Plataformas Fechadas e Protocolos Abertos: a disputa pela governança da camada social da Internet
Dirceu também provocou a articulação de ações práticas para construirmos uma verdadeira Política para Soberania Digital, abordando temas urgentes como o *Redata*.
Além de ter se colocado à disposição para ajudar na estruturação de uma Articulação Parlamentar pela Soberania Digital no Congresso Nacional!
Em encontro realizado nesta segunda-feira, o ex-ministro José Dirceu reforçou a importância fundamental da Rede pela Soberania Digital, comemorou a iniciativa do 2º Encontro Nacional e confirmou sua presença.
➡️ Saiba como participar da Rede e do 2º Encontro pela Soberania Digital:
Na semana passada, tivemos um encontro estratégico e animado com Eduardo Moreira para dialogar sobre um tema urgente: soberania digital no Brasil 🇧🇷
Conversamos sobre caminhos concretos para o desenvolvimento de tecnologias de interesse público e alternativas nacionais às BigTechs, fortalecendo um ecossistema digital mais justo, distribuído e sustentável.
@capirock@aracnus@josemurilo Pior que, nesse caso, é mais sobre alienação técnica (e incompetência) das nossas Secretarias de Políticas Digitais, do que sobre o monopólio...
O Governo tem monopólio de muita coisa, muitos serviços e informações públicas, que poderiam ser gancho pra alavancar uma outra estrutura de comunicação.
Não faz porque a principal entrega da Secretaria, já foi feita: Um item de destaque pro currículo. Espírito público e compromisso republicano passam longe desse povo.
Atividade Meio, repetitiva, pré-estabelecida e previamente estruturada, são da natureza de custeio.
Pesquisa e Desenvolvimento, de coisas novas, mesmo que mudanças pequenas em estruturas/processos que já existem, são da natureza de investimento.
O que você coloca, como processo pedagógico, é a interseção entre as duas coisas, e entendendo como Laboratório - que pode se aplicar no custeio ou no investimento, mas com o devido cuidado.
@tiagojferreira exatamente... Um aprendizado importante é diferenciar processos e naturezas. Investimento e custeio.
Desenvolver um software com equipe de área meio é desvio de função: e nós fizemos isso por muito tempo.
O desenvolvimento é uma atividade de investimento. Se assemelha à uma obra de engenharia. Precisa de projeto, arquitetura e empreiteira. Se não, vira puxadinho.
O uso é uma atividade de custeio. E podem ser contratas cooperativas de estudantes para sustentação da solução.
@tiagojferreira Sim, concordo, e essa leitura ajuda muito no debate.
Mas ainda acho que trata-se de uma consequência positiva, mas "secundária"...
Tipo comer alimentos integrais: o objetivo principal é fornecerem calorias e vitaminas, mas de quebra também ajudam na digestão, por terem fibras.
Então vejo o ecossistema de colaboração "ao entorno" do software livre, como as fibras. Mas as calorias, que é a energia vital, também precisam estar lá... E é aí o ponto de evolução que precisamos!
Concordo com a premissa, não acho q esteja errada, mas minha leitura é q ela está incompleta, pq só resolve 50% do problema.
Em especial por tratar o software como um "ativo" estático, "pronto"... E pra quem entende de design e desenvolvimento, sabe que não existe software "pronto", muito menos versão "final"...
50% pq licenciar a "versão atual" é o requisito básico, para uma evolução contínua, colaborativa e saudável... mas sustentar a evolução são outros 500.
@tiagojferreira o "licenciamento e transferência", tem embutido nele, um modelo de Sustentabilidade, baseada em uma proposta comercial clássica: vc paga ou compra, e parte desse recurso arrecadado tende a ser reinvestido no software para garantir sua evolução
E isso gera uma situação de equilíbrio, em que à medida que as demandas de replicação se ampliam, os recursos para evolução ampliam junto.
No modelo de Software Livre, isso não está equilibrado, permitindo muito uso e zero contribuição.
2026 Ano de lutas e conquistas na Soberania Digital
A Rede pela Soberania Digital seguirá lutando em todas as frentes. É uma Rede diversa que engloba sindicatos e federações de trabalhadores, movimentos sociais, acadêmicos, movimento software livre, pontões de cultura, coletivos, hackers, movimentos comunitários, movimento dos trabalhadores do audiovisual, redes locais, ex-senadora e ministra, ONGs de direitos digitais e direito à comunicação.
IINFORMES: - Balanço 2026 e processos em andamento. - Espaço online para debate e votação PNSD - Reunião com Sec Nacional de Comunicação do PT - Inscrição no Cables of Resistence Berlin - Projeto de lei Natalia Bonavides.
PAUTAS: - Ampliação da Executiva, reorganizar GTs - Encontrão de Soberania Digital - Eleições 2026 – Texto ou decálogo simples sobre Soberania Digital - Redes livres e federadas – espaços sem algoritmos tóxicos – o caso da Orgânica/Onda - Como responder aos shadow bans
O Fediverso literalmente desenhando como a transparência e auditabilidade algorítmica é possível... e se você programa, pode fazer melhorias e variações pra você ou sua comunidade.
Aqui é onde tem uma oportunidade massa de implementação: um buscador de feeds
E poderia buscar na minha lista de contatos do fediverso, e eu poder fazer o que o Diogo fez, e pedir autorização pra copiar alguns feeds que ele já segue.
Essa integração entre feedsRSS e Conversas em ActivityPub é meio que parte da solução pra libertar a esfera pública das bigtechs.
"Quem vai financiar a manutenção dos *relays *mais robustos e confiáveis? Quem vai investir no desenvolvimento dos aplicativos mais sofisticados e fáceis de usar? A resposta, invariavelmente, aponta para aqueles que detêm o capital e têm interesse em aumentar sua influência e controle."