@RuiSeabra não acho que esteja a ser inocente, tenho acompanhado o trabalho das DPA nesta área e todas elas têm manifestado opiniões explicitamente contra soluções que ponham em causa da liberdade de expressão e privacidade, quando lhes é solicitado a análise de soluções concretas propostas por legisladores.
@RuiSeabra eu não estou à espera que a @Healthnews_informacao tenha um especialista no tema da protecção de dados que tenha acompanhado de perto as acções das autoridades nos últimos anos, e que contextualize a declaração das autoridades com base nisso, ou que o faça ainda mais com conhecimento sobre as práticas de moderações de conteúdos que existem.
Infelizmente a declaração das autoridades, é má. Não porque proteger as crianças seja uma coisa má, é que o que está escrito na declaração é vago
@RuiSeabra não creio que seja essa a opinião das entidades de protecção de dados, que têm de facto sido aliados dos grupos de defensores de Direitos Digitais e de vítimas de determinados tipos de abusos como os sexuais. O perigo não virá daí, mas da forma descontextualizada como a apresentação destas opiniões das autoridade de protecção de dados é feita, para uma população que chegou a este debate agora.
É preciso entender que estas salvaguardas só se podem aplicar a serviços em linha. É impossível qualquer controlo eficaz sobre imagens geradas de outra forma que não sejam serviços em linha. No caso da geração fora de linha, só é possível na sua publicação, mas aí há também riscos significativos em ter salvaguardas.
A ideia de ter salvaguardas é desejável, e é fácil perceber o porquê, mas quais salvaguardas e com que riscos e danos para outros direitos? Ninguém tem uma boa resposta para isto.
Como diferenciar uma imagem de uma pessoa verdadeira, de uma pessoa que não existe, sem ter uma base de dados de todas as pessoas que existem (com os enormes riscos que isso tem)? E se for parecida, mas por coincidência?
Os mecanismos de salvaguarda devem ser principalmente relacionados com a capacidade de fazer denuncias, de fazer remoções e de agir legalmente contra quem publicou as imagens. Mas há outros importantes: como ter nas plataformas períodos de arrefecimento de direitos de publicação para novas contas, e de limitação de publicações de determinados tipos para contas que nunca publicaram, ou publicaram pouco e de alertas automáticos para haver moderação humana mais activa para contas com certos perfis.
@oneloop there are no good ways to do this, being it because of technical limitations, being it because of the additional systemic risks it creates to a lot more things (privacy, freedom of speech, competion, etc...).
@oneloop that's a really bad analogy. Because there are relatively good ways to check this for cigarette selling/buying. Also if you expect that to be an 100% effective way to prevent minors from smoking, I've got a bridge to sell you.
@cairobraga colocar o voto onde quer que seja deveria ser proibido. Aliás até ter equipamento capaz de fotografar durante o acto, deveria ser proibido.
Fotografar, ou filmar o acto na cabine, é uma forma de colocar dúvidas sob a liberdade do voto, faz pensar se não resulta de coação ou corrupção. Há boa razão para o voto ser secreto e simplesmente dizer o sentido de voto, mas não ter forma de o provar, não quebra realmente o segredo do voto.
@cadusilva Mas é preciso por exemplo mostrar que as acusações são verdadeiras. Nunca vi ninguém a demonstrar isso, e fazer citações para coisas que foram alegadamente ditas na web sem incluir links para essas coisas, não convence. Uma acusação dessas nunca pode ficar dependente de termos, ou não, confiança em quem acusa.
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