:forgejo: :uffs: @silvialucia@organica.social e eu apresentamos para o colegiado do curso de Ciência da Computação, hoje, a instância do #Forgejo implantada no centro de processamento de dados da universidade, oficializando o convite para que seus integrantes a utilizem e participem de sua difusão, incluindo o estímulo à publicação dos projetos colaborativos como #softwareLivre. :extremeTeamwork:
E só é possível manifestar essas ideias inspiradas no movimento do software livre :gnu: porque, felizmente, @silvialucia@organica.social tem aberto espaço e dado a devida importância para isso ao liderar! #gratidão
Não existe nuvem... só o computador dos outros Texto traduzido por mim sobre material de @fsf@hostux.social & Markus Meier regido pela licença :creativeCommons: BY-SA 4.0.
Sinopse do episódio: Nas últimas décadas, a história pública consolidou-se como um campo que busca ampliar os modos de produção e circulação do conhecimento histórico para além da academia, aproximando historiadores de diferentes públicos por meio de museus, mídias digitais, audiovisual, ensino e outras formas de divulgação. Ao colocar em questão quem produz história, para quem ela é feita e com quais objetivos, a história pública tensiona fronteiras entre pesquisa, ensino e comunicação, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios relacionados à linguagem, à responsabilidade social e às disputas de memória no espaço público. Em um contexto marcado pela circulação massiva de informações, pela politização do passado e pela presença crescente de narrativas históricas fora do ambiente universitário, o campo ganha ainda mais relevância e complexidade. Convidamos Daniel Gomes de Carvalho e Bruno Leal Pastor de Carvalho para discutir o que é história pública, seus principais desafios e possibilidades, e como esse campo tem transformado as formas de pensar, produzir e divulgar o conhecimento histórico na contemporaneidade. :feed: #RSS para assinar o podcast História FM em qualquer agregador: https://anchor.fm/s/ac0f2b0/podcast/rss
📧 Contato do podcast de Icles Rodrigues e chave #Pix para contribuições: leituraobrigahistoria@gmail.com :pix:
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daltuxChapecó, SC — Está lançada para a comunidade acadêmica a Forja UFFS, instância do sistema #Forgejo, plataforma oficial de projetos colaborativos na Universidade Federal da Fronteira Sul. Iniciativa da Secretaria Especial de Tecnologia e Informação (SETI), é um primeiro passo no seu intuito de estimular software livre na instituição, com potencial de abranger ainda mais, à medida em que haja interesse de pesquisadores e grupos de diferentes áreas organizarem seus espaços. Com criatividade, os recursos da Forja facilitarão a colaboração e a divulgação de conhecimento na universidade e além.
A instrução normativa que regula a utilização da Forja prevê que software em repositórios públicos deve ser regido por licenças reconhecidas como de software livre pela @fsf@hostux.social, adotando-se #AGPLv3 por padrão. :agplv3:
A licença padrão de material diverso é CC BY-SA 4.0. :creativeCommons:
Se permite a dica, para aprender sobre #shell de #GNU (independentemente de Linux que é o chamado kernel) e outros, confira cursos de @blau_araujo@bolha.us . Só não sei dizer qual seria mais adequado para começar a aprender programação em geral, por isso invoco o próprio, se puder esclarecer!
A Lei em vigor desde 2020 e ainda completamente ignorada já determina que, em regra, órgãos e entidades de todos os níveis estatais brasileiros, inclusive indiretos, têm garantidas suas liberdades essenciais perante software desenvolvido por ou para qualquer deles. Abrange até o que já estava em operação antes disso.
É absurdo ter que justificar a aplicação disso de alguma outra maneira e, mesmo assim, não há cumprimento, nem exigência por órgãos que poderiam se beneficiar dela em vez de se sujeitarem a termos restritivos como os que proíbem, exemplo frequente, o exercício da liberdade de redistribuição. A privação das liberdades essenciais e a burocracia dificultosa estão tão enraizados que realizar o contrário fica inconcebível, relativizado, mesmo quando a norma em vigor há tanto tempo é clara. Ela nem seria tão necessária: bastaria aplicar os princípios da administração pública.
Afinal, seremos sempre o país de direito romano com lei que não pega? :seloBR:
Na primeira vez, basta-me abri-lo, aba Touchpad, e ativar Tap touchpad to click (Tocar no touchpad para clicar). O resto das definições de apontador (mouse/touchpad ou o que seja) já vem, por padrão, do jeitinho que prefiro. :xfce: :xorg: :gnu:
Fico com o onipresente vi, ou vim ou, recentemente na minha máquina, :neovim: , mesmo que ainda saiba apenas o básico depois de tantos anos nessa indústria vital. Se você pretende trabalhar a sério com qualquer derivado de Unix (como BSD etc.) ou inspirado por ele (como #GNU etc.), abrace-o e seja feliz.
Comecei a ver há poucos dias, mas já recomendo o curso intitulado #Vim para Aprender, de @blau_araujo@bolha.us, que está disponível no seu canal debxp do :youToba: .
Em sistema de janelas ( #X ), também tenho usado #Geany com frequência. :geordiLike:
Sim, há, por exemplo, a excelente iniciativa da extensão GNU LibreJS que estabelece um padrão para declarar as licenças livres dos scripts de forma que o cliente os execute quando as reconheça, e deixe de rodar aquilo que foge ao esperado, ou seja, desconhecido e considerado não trivial.
É muito importante fazermos um esforço para tentarmos adequar os projetos que desenvolvemos a #LibreJS, que já é funcional e necessita de mais auxílio para se desenvolver e se difundir. :libreJS:
🧑💻 University IT Specialist in #Brazil, focused on software development and managing GNU-based systems. Advocates for technology that guarantees essential user freedoms: the right to use, study, modify, and share.Profile hosted on Snac, part of the Fediverse—a decentralized Social Web where communities, individuals, and organizations coexist. This is a server running with principles of autonomy and ethics rather than plain convenience.🔤: 🇵🇹 (pt-BR) > 🏴 (en)Analista de TI atuando em universidade brasileira, focado em desenvolvimento de software e gestão de sistemas baseados em GNU. Defende a tecnologia que garanta as liberdades essenciais dos usuários: os direitos de usar, estudar, modificar e compartilhar.Este perfil funciona com #Snac, parte da Web Social descentralizada na qual comunidades, indivíduos e organizações coexistem. Este servidor opera mais alinhado com princípios de autonomia e ética do que de conveniência.:gnu: :linu