O que parece estar escondido atrás de um perfil anônimo pode representar uma ameaça concreta. A Operação Arcádia Digital revela como discursos de ódio e incitação à violência nas redes sociais estão no radar das autoridades e reforça que crimes virtuais também deixam rastros e podem levar à responsabilização.
O encontro será realizado às 10h do dia 4 de julho de 2026 (sábado), no Museu Victor Meirelles (Ibram/MinC), e propõe uma reflexão sobre a educação e as diferentes dimensões que a escola expressa.
Projeto Arquivos Indisciplinados selecionará 4 artistas com atuação em Santa Catarina para residência de dois meses junto ao acervo do Museu da Escola Catarinense, com participação das artistas convidadas Andréa Hygino e Ana Raylander Mártis dos Anjos
Professora de Mato Grosso do Sul denuncia perseguição política após organizar uma roda de conversa sobre prevenção de relacionamentos abusivos entre adolescentes. A atividade, respaldada por leis e projetos educacionais, foi suspensa após pressão externa e virou alvo de ataques nas redes sociais. O caso reacende o debate sobre autonomia escolar, liberdade de ensinar e proteção de educadores que trabalham temas ligados aos direitos humanos e ao enfrentamento da violência.
A pressão dos Estados Unidos sobre Cuba aumentou novamente. O governo Trump anunciou novas sanções contra cinco entidades estatais cubanas, incluindo instituições financeiras, empresas ligadas à mineração e organizações associadas ao conglomerado militar GAESA.
As medidas foram anunciadas poucos dias após Havana apresentar o mais amplo pacote de reformas econômicas das últimas décadas, com abertura para bancos privados, maior participação do mercado e investimentos privados. Washington…
No Tecnofeudália desta terça (23), Fred Guimarães e Thiago Skárnio discutem os riscos de deixar seus dados nas mãos das big techs estadunidenses, por que empresas começaram a reagir e quais alternativas livres existem para manter sua identidade digital sob seu controle.
CNDH afirma que “o Estado de Israel (sic) não se confunde com o povo judeu” e que críticas ao regime israelense e às suas ações na Palestina “não são antissemitas, mas sim livre exercício de liberdade de pensamento e debate democrático quanto a fatos públicos e notórios”.
Tem algo de subversivo num pote de mel comprado diretamente de quem criou as abelhas. Sem ser o fetiche do artesanal que movimenta uma burguesia fina, mas aqui falamos de economia. Quando uma família apicultora do planalto catarinense vende seu mel no Largo da Alfândega por quilo, ela recebe perto de cem por cento daquele valor. No supermercado, o produtor chegaria com sorte a receber vinte.
O racismo é um problema cultural ou uma peça central da economia? Em entrevista ao JTT, o sociólogo Ruy Braga explica como o capitalismo depende da desigualdade racial para explorar trabalhadores, manter salários baixos e legitimar a exclusão social.
“Queremos saber, entre outras questões, qual o cronograma adotado pela Secretaria da Educação para a conclusão da etapa de análise das amostras e divulgação dos respectivos resultados?”, questiona Padre Pedro.
A Prefeitura indeferiu a instalação da funerária. O CREA multou. Os moradores denunciaram. Mesmo assim, a obra continuou. Quem autorizou a sequência dos trabalhos? E por que ninguém explica o que está acontecendo?
As tropas israelenses operavam a partir de várias áreas no sul do Azerbaijão, próximas à fronteira norte da República Islâmica, segundo o relatório, que acrescentou que o ponto mais próximo ficava a cerca de 60 milhas (cerca de 97 quilômetros) da cidade de Tabriz.
Margareth Menezes chega em meio à multidão de pessoas, deputados, ministério, equipe, tudo em um arranjo tão bem bolado que faz com que a ministra desapareça nesse mar de gente. O tempo da imprensa foi curto, mas, de todo modo, parecia que os comunicadores de Santa Catarina também não demonstravam muito interesse, já que sobrava espaço na sala da coletiva.
A bancada catarinense que rejeitou o fim da escala 6x1 escolheu defender interesses patronais e manter jornadas desgastantes, ignorando saúde mental, qualidade de vida e geração de empregos.
Na semana passada, dois eventos importantes marcaram a cena da tecnopolítica brasileira: o 2º Encontro pela Soberania Digital, em Brasília, e a 6ª TEIA Nacional dos Pontos de Cultura. Esta última promoveu debates sobre autonomia digital na cultura e colocou em prática, em sua própria comunicação, o uso de softwares livres e redes federadas para gestão e distribuição de conteúdos.
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Mesmo com os avanços tecnológicos, a automação e o aumento da produtividade, governos e grandes empresas seguem defendendo a ampliação do tempo de trabalho, em vez de converter os ganhos tecnológicos em redução da jornada e melhores condições de vida para a população.
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