Fiz um bot que posta resultados dos jogos em tempo-real. Usa a API aberta da ESPN gringa, então não sei qual vai ser o delay pra partidas do Brasileirão. Mas já tamo pronto pra COPA!
Sextou dando bronca em pai idoso com infecção urinária que atravessa a cidade pra comprar antibiótico em farmácia duvidosa sem receita porque não quer ir ao médico.
@gsymon I'm sorry that your personal experience on this topic is painful. I will not deny the extremely harmful effects on teenagers, we have extensive research on that. But my experience is different. Started after 30yo, helped me a lot with alcohol abuse, and now CDB oil helps me cope with ADHD and anxiety.
@gsymon Entendo a preocupação, mas contextualizando com dados:
Risco de psicose: 0,5% dos usuários (1 em 200) necessitam tratamento emergencial. Risco é 1,4-2x maior que não-usuários, chegando a 12x com uso diário de alta potência.
Comparação: Álcool (6,5x) e tabaco (6,1x) mostram riscos similares para esquizofrenia em estudos suecos.
**Suicídio:** Cannabis aumenta risco em pessoas com psicose (OR: 1,62-2,73), mas outros fatores (depressão, trauma, isolamento) também são cruciais. Não há evidência que "altamente inteligentes" tenham maior risco.
**Realidade:** Maioria não desenvolve psicose. Psicose ≠ suicídio automático. Riscos são reais mas afirmação "sempre leva ao suicídio" não é sustentada cientificamente.
Sim. Em uma região do cérebro (o cíngulo posterior), o volume foi menor nos usuários mais intensos. Isso mostra que os efeitos são complexos: não é só “bom” ou “ruim”.
O que dizem os cientistas?
“Não dá para dizer que a cannabis é totalmente boa ou ruim. O contexto importa: o tipo do produto, por que a pessoa usa, a idade, a proporção de THC e CBD.”
Por que estudar pessoas de meia-idade?
Cada vez mais pessoas mais velhas usam cannabis para dor crônica e insônia. E como estamos vivendo mais, é importante entender os efeitos a longo prazo.
A cannabis pode ajudar a reduzir inflamação, melhorar a imunidade e proteger contra doenças do cérebro, que são comuns com o envelhecimento.
Um ponto de atenção:
Esse estudo observou pessoas que usaram cannabis há muitos anos, quando os produtos eram menos potentes. Não dá para comparar diretamente com os produtos de hoje.
Em resumo: A cannabis pode ter efeitos diferentes dependendo da idade. Pode ser protetora para idosos, mas arriscada para jovens. Precisamos de mais pesquisas e políticas públicas baseadas em ciência.
Usuários de cannabis tiveram melhores resultados em testes de aprendizado, velocidade de raciocínio e memória de curto prazo. Surpreendentemente, áreas que normalmente seriam afetadas negativamente mostraram melhora nessa faixa etária.
Importa quanto se usa?
Sim! O uso moderado trouxe os melhores resultados. Em alguns casos, quem usava mais apresentou vantagens em certas áreas, como memória visual e amígdala direita. Ou seja, o efeito depende da quantidade.
Homens e mulheres reagem igual?
Não. Os pesquisadores notaram diferenças entre os sexos, provavelmente por causa de hormônios e do sistema endocanabinoide.
Um estudo recente descobriu que adultos de meia-idade e idosos que usam cannabis podem ter o cérebro maior e funcionamento mental melhor.
Como foi feito?
Pesquisadores analisaram dados de mais de 26 mil pessoas, entre 40 e 77 anos, do Reino Unido. Diferente de outros estudos, que olham para jovens, esse focou em adultos mais velhos.
O que descobriram?
Quem usa cannabis apresentou áreas do cérebro maiores, especialmente em regiões ligadas à memória, aprendizado e emoções, como o hipocampo e a amígdala.
Mas, ter o cérebro maior é bom?
Sim! Com o envelhecimento, é normal perder volume cerebral, o que pode causar problemas de memória e até demência. Ter mais volume pode indicar que o cérebro está mais saudável.