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Notices by Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br), page 2

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Saturday, 18-Jan-2025 01:47:05 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre
    Confira a programação parcial e dicas serviços do 3º Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas na Chapada Diamantina (BA)

    As atividades são gratuitas e acontecem de 20 a 23 de fevereiro de 2025 e tem o objetivo de fortalecer a Tecnologia Social da Rede das Produtoras Colaborativas e a Política Nacional Cultura Viva; Leia nossas dicas de Hospedagem, Alimentação, Rotas e Transportes – Arte / Design Well

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA) será palco do 3º Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas (ENPC). As atividades são gratuitas e acontecem de 20 a 23 de fevereiro de 2025, no Vale do Capão (Caeté-Açu), distrito do município de Palmeiras, na Chapada Diamantina (BA). O objetivo é fortalecer a Tecnologia Social da Rede das Produtoras Colaborativas e a Política Nacional Cultura Viva. A realização é da Rede, conjuntamente com o Ministério da Cultura e Lab Cultura Digital / UFPR.

    No bojo do encontro – Música, Rodas de Conversas, Vivências e Oficinas com temas ligados a Sustentabilidade, Cultura, Educação, Produção Cultural, Comunicação, Gestão, Conhecimentos Livres e Memória em quatro dias incríveis.

    Já confirmados na programação cultural do Palco Livre, a Yalorixá Mãe Beth de Oxum (PE), Grupo Nós no Coco (BA), DJ VirguLINUX (BA), Saraus e os DJs Charles Zambohead e DJ DJ de Pernambuco.

    Fique por dentro de tudo no sitio da Rede Colaborativas.net

    Siga nosso perfil no Fedverso – Mastodon
    https://ayom.media/@colaborativas/113844295105229266

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      Produtoras Colaborativas (@colaborativas@ayom.media)
      from Produtoras Colaborativas
      Anexado: 2 imagens Confira a programação parcial e dicas serviços do 3º Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas na Chapada Diamantina (BA) As atividades são gratuitas e acontecem de 20 a 23 de fevereiro de 2025, com o objetivo de fortalecer a Tecnologia Social da Rede das Produtoras Colaborativas e a Política Nacional Cultura Viva; Leia nossas dicas de Hospedagem, Alimentação, Rotas e Transportes – Arte / Design Well Leia Mais 👇🏾 https://colaborativas.net/confira-a-programacao-parcial-e-dicas-servicos-do-3o-encontro-nacional-de-produtoras-colaborativas-na-chapada-diamantina-ba/ #produtorascolaborativas #culturaviva
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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Thursday, 16-Jan-2025 04:47:40 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre
    Inscrições para Oficinas no III Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas seguem até 21 de janeiro

    O Encontro acontece de 20 a 23 de fevereiro na Chapada Diamantina, na cidade de Palmeiras – BA

    Serão oferecidas hospedagem e alimentação para os oficineiros durante os dias 4 dias do evento e certificado de participação.

    Interessados em realizar oficina no 3° Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas tem até o dia 21 de janeiro para enviar suas propostas. As oficinas presenciais farão parte da programação oficial do encontro e deve ter a carga horária no mínimo de duas horas e o máximo de quatro.

    O III Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas (ENPC) será realizado de 20 a 23 de fevereiro de 2025, na Chapada Diamantina, na cidade de Palmeiras – BA. A iniciativa é uma ótima oportunidade para fortalecer o ecossistema da Rede Nacional das Produtoras Culturais com uma programação intensa, que envolve rodas de conversas, painéis, shows, oficinas e vivências.

    O encontro nasce para unir Cultura, Tecnologia, Educação, Meio Ambiente, Economia Criativa e Conhecimentos Livres, na construção de soluções criativas de impactos positivos, acessíveis e de inclusão sócio cultural no Brasil. A realização é da Rede das Produtoras Culturais conjuntamente com o Ministério da Cultura e Lab Cultura Digital / UFPR.

    Matéria Completa 👇🏾

    Inscrições para Oficinas no III Encontro Nacional de Produtoras Colaborativas seguem até 21 de janeiro

    Fediverso – Mastodon
    https://ayom.media/@colaborativas

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      Produtoras Colaborativas (@colaborativas@ayom.media)
      220 Publicações, 205 Seguindo, 191 Seguidores · Perfil da Rede Nacional das Produtoras Culturais Colaborativas, que pode ser definida como tecnologia social que integra práticas formativas em software livre, metodologias de inclusão digital e produção cultural comunitária orientadas pelos princípios da economia solidária. São iniciativas de desenvolvimento local onde jovens, produtores e gestores culturais, empreendedores e artistas, participam da gestão coletiva balizada pelos princípios dos conhecimentos livres e economia solidária.
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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Thursday, 09-Jan-2025 19:57:55 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre
    Plataformização da Democracia ou Colonização Digital?

    A recente declaração de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, escancara o problema estrutural da governança digital contemporânea. Sob o pretexto de “restaurar a liberdade de expressão”, Zuckerberg anunciou um desmonte nas políticas de moderação de conteúdo do Facebook, Instagram e Threads, priorizando apenas violações consideradas “graves”, como terrorismo e exploração infantil, enquanto abandona a luta contra desinformação, discurso de ódio e outros conteúdos prejudiciais. Esse movimento é mais um passo para consolidar o monopólio de corporações privadas no controle do território digital — uma verdadeira colonização digital.

    Colonização digital e a dependência brasileira

    No Brasil, a dependência de plataformas comerciais estrangeiras revela como a lógica colonizadora dessas corporações impacta o cotidiano. Políticas como o zero rating, que garantem acesso gratuito apenas a plataformas privadas como WhatsApp e Facebook, consolidaram a concentração de poder dessas big techs. Enquanto isso, o país carece de alternativas públicas e sem fins lucrativos para serviços básicos como e-mail, mensagens instantâneas, armazenamento de dados ou mapas, perpetuando a subordinação tecnológica e limitando tanto a soberania digital quanto a autonomia da sociedade.

    Regulamentar é necessário, mas não basta

    É evidente que regular essas plataformas é essencial, mas, como argumenta Evgeny Morozov, isso não será suficiente. Não podemos apenas reagir aos abusos dessas corporações; precisamos corrigir o rumo. A verdadeira transformação exige que o processo de plataformização da democracia e das civilizações seja repensado com base em um letramento digital orientado a dados e saberes, embasados em propósitos coletivos e inclusivos, evitando a repetição de padrões imperialistas e neoliberais.

    Sergio Amadeu também é reconhecido pela defesa de que a inovação tecnológica deve ser guiada por infraestruturas públicas digitais e por uma inventividade que transcenda os interesses imediatistas das big techs. Esse ponto dialoga diretamente com a perspectiva de Nêgo Bispo, para quem o futuro não está em criar novas tecnologias, mas em corrigir os caminhos e propósitos das que já temos. Trata-se de resgatar os saberes ancestrais e aplicá-los às tecnologias digitais, reorientando-as para o cuidado com a coletividade e a preservação da vida.

    Regeneração do Ecossistema Digital

    A colonização digital pode ser superada, mas somente se adotarmos um modelo baseado na circularidade, como propõe Nêgo Bispo. A circularidade é a lógica de um sistema que reconhece a interdependência entre todos os elementos e promove um equilíbrio dinâmico, regenerando o que foi exaurido e cuidando para que os fluxos — de saberes, de recursos e de tecnologias — sejam redistribuídos de forma justa.

    Essa lógica é fundamental para regenerar o ecossistema digital, substituindo a lógica rapina cognitiva das big techs, por redes construídas em harmonia com os territórios e as necessidades das comunidades. A internet, em sua concepção original, foi pensada para ser descentralizada, e recuperar esse modelo significa investir em redes federadas e Plataformas do Comum, que respeitem a diversidade, a soberania e os saberes ancestrais.

    Convidamos todas e todos a se unirem à Rede pela Soberania Digital, plantada na terra preta da Plantaformas.org, para construir alternativas concretas que coloquem a circularidade e a regeneração no centro da transformação tecnológica. Somente organizados em rede, de forma colaborativa e comprometida com a vida e os territórios, poderemos reimaginar o espaço digital como um ecossistema vivo, sustentável e alinhado às nossas cosmovisões ancestrais.

    O futuro digital não pode ser um espelho do passado colonial. Ele deve ser construído com bases circulares inspiradas na ancestralidade das cosmovisões afro-pindorâmicas, respeitando os ciclos da vida e os saberes que sempre buscaram o equilíbrio entre tecnologia e cuidado.

    Uirá Porã e Jader Gama 

    Movimento FeliciLab & Movimento Cosmotécnicas Amazônicas

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      Plantaformas
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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Tuesday, 26-Nov-2024 04:45:46 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre
    Seminário: Soberania Digital.

     

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Thursday, 21-Nov-2024 23:52:55 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre
    Abrindo o Código #11 – Desafios tecnológicos contemporâneos: Softwares Livres seus conceitos e usos

    No dia 23/11/2024, às 09h, teremos a edição #11 do Abrindo o Código, ação de formação continuada promovida pela Rede Nacional de Produtoras Culturais Colaborativas. Nesta edição, faremos esta ação de formação mais uma vez de maneira conjunta com o Movimento Software Livre (MSL) sobre os conceitos e usos de Softwares Livres, dentro da programação “Desafios tecnológicos contemporâneos”, promovida pelo Centro Tecnológico de Ciências Exatas e Educação (CTE), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    Com mediação de Carlos Lunna (Rede de Produtoras Culturais Colaborativas) e explanação e debate de Antônio Coelho (Coletivo Farpa/ Movimento Software Livre), que falará sobre quais liberdades o uso de Softwares que funcionam com o Licenças Livres garantem e falar sobre alguns usos do mesmo.

    Carlos Lunna é Cientista Social, Doutor em Geografia e atua no campo do uso dos softwares livres para a Produção Cultural Comunitária. Apoia projetos como a Produtora Cultural Colaborativa.PE e o Pontão de Cultura Digital e Mídia Livre das Produtoras Culturais Colaborativas.

    Antônio Coelho é Desenvolvedor web e especialista em DevSecOps no Coletivo Farpa, atuando também como voluntário no GT de Comunicação do MSL Brasil e colaborando com diversas iniciativas, como a Rede Colaborativas e a Frente pela Soberania Digital. Com uma sólida atuação em comunidades digitais, seu trabalho busca integrar tecnologia e sociedade, promovendo a troca de conhecimentos e práticas colaborativ

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Thursday, 07-Nov-2024 23:43:23 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre
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    Teste

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Thursday, 07-Nov-2024 12:54:49 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre

    A recente escolha do eleitorado por partidos de centro e direita reforça uma mensagem clara: a esquerda precisa de um projeto político que dialogue com as necessidades econômicas e de segurança dos brasileiros. Enquanto temas como responsabilidade fiscal e segurança dominaram as campanhas, a esquerda ainda carece de uma proposta que atenda diretamente às demandas concretas dos cidadãos, especialmente em um momento em que os municípios pedem soluções práticas para o desenvolvimento local e a inclusão digital.

    Um Programa Nacional de Cooperativas de Tecnologia e Comunicação

    Uma proposta que pode responder a essa demanda é a criação de um Programa Nacional de Cooperativas de Tecnologia e Comunicação. Esse programa visa estabelecer cooperativas em cada um dos 5.570 municípios brasileiros, proporcionando autonomia tecnológica e fortalecendo o tecido econômico local. A iniciativa é tanto prática quanto radical: cada cooperativa seria uma unidade de inteligência, pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para a comunidade, além de funcionar como um centro para a inclusão digital e o desenvolvimento de habilidades locais.

    Implementação do Serviço Digital Brasileiro

    Entre as funções dessas cooperativas, uma em especial se destaca: apoiar a implementação de um Serviço Digital Brasileiro, uma proposta da Comunidade de Software Livre. Esse serviço tem como objetivo estabelecer uma Infraestrutura Digital Federada do Estado Brasileiro que possa integrar plataformas públicas de forma transparente e segura, baseada em software livre. Cada cooperativa seria responsável por manter um pequeno data center local, assegurando que cada município tenha a infraestrutura necessária para oferecer serviços digitais de maneira acessível e eficaz. Isso inclui não só suporte para sistemas municipais, mas também a criação de canais de comunicação pública que permitam o diálogo direto entre governos e cidadãos, fortalecendo a transparência e a participação cidadã.

    Geração de Emprego e Sustentabilidade Local

    Além de dar suporte à oferta de serviços públicos digitais, essas cooperativas seriam centros de criação de empregos e desenvolvimento técnico, oferecendo oportunidades locais em áreas como manutenção de infraestrutura, segurança digital e análise de dados. Esse modelo não só impulsionaria a economia, mas também daria às comunidades uma autonomia real para gerenciar suas necessidades tecnológicas. E, com um modelo de financiamento similar ao do Sistema S, as cooperativas poderiam operar de forma autônoma e sustentável ao longo do tempo, utilizando recursos que incentivem o desenvolvimento local sem depender exclusivamente de grandes empresas de tecnologia.

    Viabilidade Econômica da Proposta

    A implementação desse programa é viável no cenário econômico atual. Com a redução de 1% na taxa de juros da dívida pública, estima-se uma economia anual de aproximadamente R$ 65 bilhões. Destinando 10% dessa economia, ou seja, R$ 6,5 bilhões, seria possível financiar a criação e manutenção das cooperativas em todos os municípios brasileiros.

    Para contextualizar, em 2020, o governo federal contratou R$ 2,5 bilhões em serviços de tecnologia da informação, representando um aumento de 18% em relação ao ano anterior. Esse montante demonstra que o investimento proposto para as cooperativas é compatível com os gastos atuais em TI, com o diferencial de promover desenvolvimento local e autonomia tecnológica.

    Um Programa Nacional de Plataformas Públicas

    A destinação de R$ 3,5 bilhões desse programa poderia, ainda, viabilizar um Programa Nacional de Plataformas Públicas, criadas e mantidas por instituições sem fins lucrativos, como as cooperativas de tecnologia. Diferente de plataformas governamentais, essas seriam plataformas de interesse público, nos moldes da Wikipedia.org ou da Plantaformas.org, oferecendo uma alternativa digital que prioriza o bem comum.

    Como primeira encomenda dessa rede de cooperativas, o foco seria desenvolver alternativas de software livre para as Big Techs, como Instagram, Facebook, YouTube, Spotify, Uber e iFood, garantindo ao cidadão ferramentas locais que respeitem sua privacidade e proximidade de dados. Essa rede não só abriria espaço para inovação e inclusão digital, como tornaria o Brasil menos dependente de grandes conglomerados, criando um ambiente digital mais seguro, sustentável e alinhado aos interesses sociais.

    Essas novas plataformas seriam projetadas para mais que apenas respeitar a privacidade e proximidade dos dados dos cidadãos. Elas teriam um papel crucial de devolver aos trabalhadores o poder sobre suas próprias condições de trabalho e renda. Em vez de reforçar um modelo de exploração, onde grandes plataformas concentram lucros, essas cooperativas criariam um ambiente onde os próprios trabalhadores possam alcançar uma geração de renda justa e sustentável, sem que um capital estrangeiro ou uma grande empresa extraiam seus ganhos.

    Além disso, o ambiente cooperativo e comunitário dessas plataformas incentivaria a inovação aberta e a criação de novas ferramentas, sem as barreiras impostas pelo controle de um pequeno grupo. A lógica deixaria de ser aquela em que um milionário estrangeiro lucra às custas dos trabalhadores, para uma em que os próprios trabalhadores, por meio das cooperativas, propõem e utilizam ferramentas de uso comum, fortalecendo suas comunidades.

    Essa visão de plataformas públicas e cooperativas responde diretamente aos anseios do eleitorado atual, que busca desenvolvimento econômico e segurança em soluções que se integrem ao seu dia a dia. É uma proposta que não apenas confronta os modelos de exploração, mas também se alinha aos desejos de estabilidade e autonomia econômica manifestados nas urnas.

    https://movimento.softwarelivre.tec.br/noticias/cooperativas-para-libertar-o-brasil-da-dependencia-tecnologica/

    In conversation Thursday, 07-Nov-2024 12:54:49 JST from movimento.softwarelivre.tec.br permalink

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      Wikipedia
      Wikipedia is a free online encyclopedia, created and edited by volunteers around the world and hosted by the Wikimedia Foundation.
    2. Domain not in remote thumbnail source whitelist: plantaformas.org
      Plantaformas
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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Saturday, 02-Nov-2024 05:20:13 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre

    Conheça ao projeto do Cursos Livres (cursoslivres.ong.br), plataforma que se integra ao Fediverso e permite que qualquer pessoa ou instituição cadastre e divulgue seus cursos de forma simples e direta para todo o Fediverso.

    Você já deve ter se deparado com a dificuldade de encontrar cursos gratuitos oferecidos por universidades públicas? A tarefa pode parecer simples, mas muitas vezes se transforma em uma verdadeira caça ao tesouro digital, com informações dispersas e processos de inscrição pouco intuitivos. Foi diante deste cenário que o técnico de suporte e pós-graduando em computação aplicada à educação, Ricardo Oliveira, decidiu agir. Inspirado pela ideia de uma educação livre e federada, ele criou uma plataforma baseada na ferramenta Gancio que promete revolucionar o acesso a cursos livres por meio do Fediverso.

    O projeto trata-se de uma “Instância Federada criada como prova de conceito para o TCC no curso de Especialização em Computação Aplicada a Educação do ICMC – USP https://especializacao.icmc.usp.br/“

    Gancio (gancio.org) é um software livre que compatível com protocolo ActivePub, originalmente projetado para funcionar como uma agenda de eventos compartilhada com as comunidades.

    O Que é o Projeto

    O projeto nasceu da percepção de Oliveira sobre a fragmentação da informação e a dificuldade de acesso a cursos gratuitos. Este site desenvolvido por ele é uma prova de conceito que explora a integração de uma plataforma de divulgação para cursos livres ao Fediverso – um universo de mídias sociais descentralizadas que operam sob o protocolo ActivityPub, permitindo que diferentes plataformas compatíveis com ele (Mastodon, Pixelfed, Friendica, Lemmy etc.) se comuniquem e compartilhem o conteúdo entre si. Sendo o projeto um veículo de cadastro, divulgação e catalogação de cursos.

    Trata-se de um projeto-piloto, uma iniciativa para testar a demanda por cursos livres no Fediverso. O site do projeto utiliza a plataforma Gancio, uma ferramenta que se integra perfeitamente a rede, possibilitando o acesso a conteúdos postados em qualquer plataforma que faça uso do protocolo ActivityPub. Além disso, a plataforma permite a cooperação entre diversos moderadores para realizar a curadoria do conteúdo, garantindo que apenas informações relevantes e verídicas sejam compartilhadas.

    Oliveira acredita firmemente que uma educação livre e federada deve ter como base o uso de software livre, promovendo assim a acessibilidade e a autonomia no processo educacional.

    Como a projeto funciona?

    A ideia do projeto é avaliar a possibilidade de se criar um catálogo online, abrangente e atualizado dos cursos disponíveis nas universidades públicas. Qualquer pessoa pode cadastrar um curso no site, com foco especial nos cursos gratuitos oferecidos à comunidade em geral, por essas instituições.

    Para adicionar um novo curso ao projeto, o processo é simples: o usuário clica em “adicionar evento” e preenche o formulário, sem a necessidade de criar qualquer tipo de conta. A plataforma contará com uma equipe de moderação composta por pessoas ligadas à instância que realizarão a curadoria e verificarão da veracidade das informações enviadas. Isso garante que os usuários tenham acesso a um repositório confiável de oportunidades educacionais.

    Qual o objetivo do projeto?

    Demonstrar o potencial dessa plataforma para democratizar o acesso à educação e promover uma cultura de aprendizado contínuo e colaborativo.

    Quais foram os resultados obtidos?

    Oliveira obteve até agora um feedback extremamente positivo — 100% dos participantes que responderam a sua pesquisa consideraram importante a divulgação de cursos livres no Fediverso.

    A realização da prova de conceito consiste em divulgar um curso de cada região do país para testar sua eficácia e aceitação com o público do Fediverso. Sua base amostral se resumiu a cursos na área de T.I (porém a proposta da plataforma é ser um espaço para todo e qualquer curso livre) e no público do Fediverso.

    Conclusão

    A plataforma não é apenas uma solução para um problema cotidiano; é um passo em direção a uma educação mais acessível e inclusiva. Ao permitir a divulgação de cursos livres em tempo real através do Fediverso, ele não só facilita o acesso a oportunidades educacionais, mas também promove a ideia de que o conhecimento deve ser livremente compartilhado e acessível às pessoas em geral. Com o apoio das comunidades para a continuidade do projeto, pretende ser uma forma viável e democrática de promover com maior facilidade de acesso da sociedade em geral ao ensino ofertado pelas universidades. 

    Para a continuidade do projeto é necessário que a comunidade apoie, ajudando na catalogação de cursos e divulgação do conteúdo dentro e fora do Fediverso. Além de ajudar a manter o servidor do projeto.

    Caso queira ajudar com a pesquisa, responda o questionário do estudo em: https://framaforms.org/questionario-sobre-a-plataforma-federada-de-divulgacao-de-cursos-na-rede-federal-cursoslivresongbr

    Créditos:
    Edição: William Fonseca
    Revisão: Isabel Dias e Antônio Coelho

    https://movimento.softwarelivre.tec.br/noticias/a-revolucao-do-acesso-a-educacao-agregando-e-divulgando-cursos-livres-ao-fediverso/

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    1. Domain not in remote thumbnail source whitelist: gancio.org
      Home
      Gancio is a shared agenda for local communities.
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      Plataforma Federada de Divulgação de Cursos na Rede Federal
      Instância Federada criada como prova de conceito para o TCC no curso de Especialização em Computação Aplicada a Educação do ICMC - USP https://especializacao.icmc.usp.br/
    3. Domain not in remote thumbnail source whitelist: especializacao.icmc.usp.br
      Especialização em Computação Aplicada à Educação
      Curso EAD de Especialização em Computação Aplicada à Educação - USP

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Saturday, 02-Nov-2024 04:44:58 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre

    Sexta-feira, dia 08/11, no Discord da Sociedade Pinguim acontecerá a apresentação de Laila Almeida Braga sobre sua pesquisa que traz contribuições da geografia sobre a soberania de dados ao analisar a Cooperação USP-Google. A palestra trará uma breve contextualização sobre o desenvolvimento da internet atrelada à cibernética, conceito desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial, e como seu pensamento está vinculado ao colonialismo de dados, onde os dados são a nova riqueza do mundo, gerando disputas entre países, como a China e os Estados Unidos, colocando o Sul Global como mero produtor de dados a serem minerados, inclusive os da produção científica, fundamentais para a soberania da Nação.

    https://movimento.softwarelivre.tec.br/evento/soberania-de-dados-universidades-publicas-e-as-big-techs/

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Sunday, 22-Sep-2024 23:45:00 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre

    🐃 Semana do Software Livre no Brasil 🐧

    É com entusiasmo que anunciamos a programação da Semana do Software Livre no Brasil, que ocorrerá de 23 a 28 de Setembro! Vamos celebrar o poder da comunidade Software Livre, em comemoração ao aniversário do projeto GNU no dia 27 de setembro.

    Durante essa semana, teremos uma série de conversas online sobre as mais diversas temáticas relacionadas ao Software Livre, além de um espaço especial para discutir a organização e os rumos do Movimento de Software Livre no Brasil.

    🖥 Onde acompanhar?
    Acesse: https://gralha.cc/SSL-BR

    Contamos com a sua participação para fazer dessa semana um sucesso! Juntos, vamos celebrar e fortalecer o Movimento de Software Livre no Brasil.

    🌐 Nos vemos no dia 23 às 18:00h

    https://movimento.softwarelivre.tec.br/evento/semana-do-software-livre-no-brasil-programacao/

    In conversation Sunday, 22-Sep-2024 23:45:00 JST from movimento.softwarelivre.tec.br permalink

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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Thursday, 19-Sep-2024 08:25:40 JST Movimento Software Livre Movimento Software Livre

    O Movimento Software Livre no Brasil está organizando de forma colaborativa uma semana de conversas online sobre Softwares Livres para relembrar a potência desse universo tecnológico. Reserve a data do dia 27 de Setembro, quando o Projeto GNU comemora 41 anos para comemorarmos online juntos!

    A proposta é que o evento aconteça entre os dias 23 e 28 de Setembro com um encontrão online para falarmos sobre organização e rumos do Movimento SL até o próximo ano. Mas nós precisamos de sua ajuda pra fazer essa semana acontecer! Se você pode chegar junto fale com o pessoal do GT de Comunicação.

    Pessoas interessadas em apresentar no evento o seu projeto que faz ou que usa software livre podem inscrever em 2 categorias, com propostas para demonstração prática e abordagem temática. As atividades devem ter no máximo a duração de 50min e serem inscritas até o dia 21/09.

    Envie propostas de abordagens temáticas:

    https://plantaformas.org/conferences/semana-software-livre-brasil/f/153/proposals

    Envie propostas de demonstração prática:

    https://plantaformas.org/conferences/semana-software-livre-brasil/f/155/proposals

    https://movimento.softwarelivre.tec.br/evento/semana-do-software-livre-no-brasil/

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