Neste aniversário da Constituição Federal de 1988, o horizonte se apresenta sombrio e preocupante. Avançam discursos e práticas que colocam os direitos humanos sob suspeita, enquanto interesses econômicos disputam terras, territórios, riquezas naturais e até corpos. O direito à vida, à dignidade e à existência de diferentes povos e grupos sociais passa, muitas vezes, a ser tratado como obstáculo ao lucro, à exploração e à acumulação.
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