Quando eu leio essas notícias, só lembro de uma viagem da indústria alimentícia nos anos 90 chamada Olestra.
Era um substituto químico pro óleo vegetal em frituras, com zero calorias porque não era absorvido pelo intestino. Agora imagine você o que acontece com uma substância que as suas enzimas não quebram e seu intestino não absorve.
A produção parou depois de vários casos de cólica, irritação intestinal e um termo que parece vir de filme de terror: "anal leakage"