Alexandre Vasilenskas
Israel é hoje um lugar tão horroroso quanto será fascinante para estudiosos do futuro.
O lugar virou a prova viva que um pais inteiro pode enlouquecer: a população entrou numa especíie de frenesi homicida com consequências suicidárias. É o equivalente coletivo aqueles atiradores suicidas que fazem parte da paisagem dos EUA.
O país é odiado no mundo inteiro, com seus cidadãos sendo expulsos de restaurantes quando revelam sua identidade. Está tomando uma surra no Líbano e respondem simplesmente matando em massa jogando mísseis de uma tonelada em prédios residenciais.
Sua economia é inteiramente parasitária dos EUA e hoje 60% da população americana quer que eles se explodam.
As redes sociais estão cheias de rabinos visivelmente psicóticos dizendo em hebraico (e agora o mundo todo entende) que irão tomar terras de todos os seus vizinhos e escravizar o que sobrar. Agressões gratuitas a cristãos viraram a regra com a inédita proibição da comemoração do domingo de ramos (coisa que nenhum califa jamais fez). Na TV soldados estupradores contam alegremente seus crimes e são condecorados por esse motivo.
É um nível de depravação coletiva inédito até se comparado ao nazi-fascismo dos anos 30. Será por muito tempo uma espécie de exemplo macabro do que o supremacismo racial e religioso pode provocar.
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