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    Movimento Software Livre (blog@movimento.softwarelivre.tec.br)'s status on Saturday, 21-Feb-2026 01:39:39 JSTMovimento Software LivreMovimento Software Livre
    Pensar e Praticar a Soberania Digital

    25 fevereiro – 17:00 a 20:00 -03

    No Dia 25/02, das 17h às 20h , participe do seminário Pensar e Praticar a Soberania Digital com parte do MUTIRÃO & CONFERÊNCIA DA SOBERANIA, encontro 100% online. Um dos temas do seminário será Software livre Economia Solidária e soberania nacional.

    ➡️ << INSCRIÇÃO >> Para receber o link deste diálogo online, participar, apresentar propostas e reflexões, acesse o link, clique no botão “PARTICIPE DA REUNIÃO”, cadastre-se e depois comente na plataforma:
    https://plantaformas.org/assemblies/soberaniadigital/f/29/meetings/1793

    Software livre e economia solidária são pilares da soberania nacional. O software livre rompe com a dependência das big techs, devolvendo o controle dos dados aos povos. A economia solidária fortalece circuitos auto gestionários baseados na cooperação. Juntos, permitem que comunidades decidam sobre suas ferramentas e meios de produção. A soberania nacional e real se vive no cotidiano, construindo autonomia digital e econômica.

    Participe!!!!!

    Livre MUTIRÃO & CONFERÊNCIA DA SOBERANIA

    5511917224879

    Ver site do Organizador

    contato@conferenciadasoberania.com.br

    Online – Rede pela Soberania DigitalVer site do Local
    ➡️ << INSCRIÇÃO >> Adicionar ao iCalendar Software Livre e Economia Solidária são pilares da soberania nacional.Soberania éh agora Sincronize nossa agenda de eventos com seus dispositivos e fique por dentro! #Copylef #CulturaDigitalBrasileira #EconomiapopularESolidária #EcoSol #MovimentoPopular #soberaniadigital #SoberaniaNacional #softwarelivre
    In conversationabout 2 months ago from movimento.softwarelivre.tec.brpermalink

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      Pensar e Praticar a Soberania Digital - Plantaformas
      A Rede pela Soberania Digital foi convidada para apresentar reflexões durante o MUTIRÃO & CONFERÊNCIA DA SOBERANIA, que realizaremos 100% online no dia 25 de fevereiro, das 17h às 20h.Fica registrado o nosso agradecimento à Plantaformas.org por nos ceder esse espaço, e à Pop Solutions (Pop.Coop) por disponibilizarem em seu datacenter brasileiro e soberano o software livre Vdo.Ninja, que será usado na transmissão AO VIVO.PARTICIPE DA REUNIÃOInscreva-se aqui: https://plantaformas.org/assemblies/soberaniadigital/f/504/Para registrar propostas e reflexões, Entre com sua conta ou cadastre-se e adicione o seu comentário.Dúvidas? Envie mensagem para Everton Rodrigues no número (12)991455394 ou no email er@pop.coopENTRE PARA PARA O GRUPO SOBERANIA DIGITAL NO TELEGRAM - https://t.me/SoberaniaDigitalBRDiante do domínio brutal e predatório das Big Techs, um conglomerado global que avança sobre territórios, dados, afetos e democracias, entendemos que a resposta exige ações urgentes e práticas, não apenas reflexão. É hora de unir forças para construir resistência contra essas "monarquias digitais" e erguer nossa soberania digital.Este encontro será um espaço para pensarmos juntos como superar a dependência das Big Techs e avançar rumo a um projeto de autonomia nacional e democracia plena.Participe!Em coerência com este propósito, toda a interatividade e transmissão do evento serão realizadas exclusivamente com softwares livres.Em breve vamos divulgar o link da transmissão ao vivo.Após realizar o cadastro e login, registre suas propostas, reflexões e sugestões nos comentários logo abaixo.Para participar da conversa, acesse: Em breve o link será divulgadoPROGRAMAÇÃO:Dia 25 de fevereiro às 17hTema: Petição Dinheiro Público Código Público - https://softwarelivre.tec.br/campanha-dinheiro-publico-codigo-publicoQuem fará a abertura do diálogo?Livia Gouvêa: Graduada em Sistemas de informação e Comunicação Social, possui mestrado em informática na linha de inteligência coletiva. Trabalha com desenvolvimento web desde 2012 e atualmente é responsável técnica pelo portal Cadernos de Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fiocruz e pela plataforma Wikifavelas do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT) da Fiocruz. Mantém junto à Comunidade Software Livre a campanha Dinheiro Público Código Público, requerendo implementação de legislação que determine que todo software financiado com recursos públicos, para o setor público, seja disponibilizado sob uma licença de Software Livre.Tema: Software livre Economia Solidaŕia e soberania nacional: Software livre e economia solidária são pilares da soberania nacional. O software livre rompe com a dependência das big techs, devolvendo o controle dos dados aos povos. A economia solidária fortalece circuitos autogestionários baseados na cooperação. Juntos, permitem que comunidades decidam sobre suas ferramentas e meios de produção. A soberania nacional e real se vive no cotidiano, construindo autonomia digital e econômica.Quem fará a abertura do diálogo?Henrique Pereira: Autor do livro “Teia Popular – Soberania Digital: Para Vencer Esta Guerra”. Publicitário e fundador da Interlig Comunicação Sindical, atua há mais de 30 anos junto a sindicatos, movimentos sociais, mandatos e candidaturas democrático-populares em todo o Brasil. Defende a comunicação como trincheira de luta da classe trabalhadora e dedica-se à pesquisa e à produção crítica sobre plataformas digitais, algoritmos e soberania digital.Fabs Balvedi: Arquiteta, especialista em Computação Gráfica e mestra em Artes Visuais. Em 2001, decidiu adotar a bicicleta como meio de transporte e o GNU/Linux como sistema operacional. Em 2004, iniciou a concepção do conceito de Estúdio Livre; em 2005, foi uma das coordenadoras da implementação do Programa Cultura Viva, Pontos de Cultura; e, em 2006, ajudou o governo espanhol a iniciar a implementação de seus próprios Estúdios Livres e Pontos de Cultura. Atualmente, é agente territorial da economia solidária do Programa de Formação Paul Singer, da Secretaria Nacional de Economia Solidária, no Ministério do Trabalho e Emprego.Dia 25 de fevereiro às 18hTema: Armazenamento, proteção e processamento soberano de dados: Armazenamento, proteção e processamento soberano de dados são a espinha dorsal da soberania nacional. Sem infraestrutura própria , data centers, redes nacionais, nuvens públicas e privadas verdadeiramente nacionais, o Brasil entrega a terceiros o controle sobre informações estratégicas. Proteger dados é defender-se de espionagem. Mas não basta software livre: sem indústria nacional de chips, placas e GPUs, seguimos reféns de componentes estrangeiros com backdoors ou fornecimento cortável. Com software livre, capacidade local e chips próprios, controlamos o ciclo completo dos dados, do hardware ao processamento, e planejamos o futuro sem tutela externa.Quem fará a abertura do diálogo?Nicolas Silva, 26, mais conhecido como Nico, nasceu na periferia de São José dos Campos. Indígena em retomada descobriu a conexão familiar com o povo Guarani através das possibilidades de conexões com os territórios que a Casa de Cultura Tainã é conectada através da Rede Mocambos. Hoje cultiva, dentre outras coisas, os cuidados do Data Center Comunitário Livre (DCCL) da Casa Tainã conjuntamente com outros colaboradores, no intuito de fortalecer a luta por soberania territorial e tecnológica do povo afroindígena.Marcos Mendez Quintero: Fundador e principal investidor da PopSolutions e integra a Rede pela Soberania Digital. Atua na arquitetura e operação de infraestrutura (datacenter, redes, virtualização e serviços críticos) com foco em software livre, segurança, privacidade e alta disponibilidade. Trabalha para reduzir dependências de plataformas, fortalecer ecossistemas locais e transformar soberania digital em capacidade técnica real, governança e continuidade operacional.Mauro Salles: Secretário de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Secretários Geral do Sindicatos dos Bancários de Porto Alegre e um dos artiuladors do projeto da “Rede Popular Federada e Soberana de Dados”.Dia 25 de fevereiro às 19hRegulamentação de plataformas de mídias sociais e alternativas livres da Web Social Aberta (Fediverso): A urgência em regulamentar as plataformas de mídias sociais no Brasil deve-se ao modelo de negócio baseado no engajamento a qualquer custo, que cria ambiente perverso onde algoritmos amplificam ódio, desinformação e crimes como exploração infantil. Toda interação vira combustível para lucro, ameaçando a soberania nacional ao manipular a opinião pública sem moderação contextualizada. Paralelamente, é crucial fomentar o Fediverso, um ecossistema descentralizado de plataformas interconectadas e livres como Mastodon (alternativa ao X, a exemplo da brasileira organica.social, hospedada em datacenter brasileiro e soberano), Pixelfed (alternativa ao Instagram) e PeerTube (alternativa ao YouTube). Essas plataformas devolvem o controle de dados, algoritmos e moderação às comunidades, rejeitam o modelo extrativista das big techs e fortalecem a autonomia tecnológica e a integridade social do país.Quem fará a abertura do diálogo?Ivan Moraes: Jornalista, escritor, defensor de direitos humanos, mestre em comunicação pelo PPGCOM/UFPE, integrante do DiraCom.Thiago Skárnio: Especialista em Web Social Aberta (Fediverso), dedicado a capacitar comunidades e organizações a adotarem essa tecnologia descentralizada. Sua trajetória combina atuação em políticas públicas culturais, como a implantação do Plano Nacional de Cultura (SC) e a Ação Cultura Digital do MinC, com o empreendedorismo. Ele é cofundador e coordenador da Alquimídia – pioneira na difusão do Fediverso no Brasil – e está à frente da GaneshaPress, agência focada em Economia Criativa e Autonomia Digital de empresas e instituições.Transmissão AO VIVO: Antonio Coelho: Eterno graduando do curso de Letras Vernáculas com LE; Membro do Coletivo Farpa onde organiza seus trampos com tecnologias Libres; Entusiasta do Movimento Software Livre e da Economia Popular e Solidária; Comunitarista.Raphael Assis: Formação em infraestrutura de redes, atua como DevOps no Coletivo Farpa e é membro fundador da União dos Mapeadores Brasileiros do OpenStreetMap encontrando-se como seu Presidente no momento.Mediação: Everton Rodrigues: Ativista do software livre e da economia solidária desde 2000. Trabalha em projetos para associar a economia solidária ao software livre e à soberania digital. É agente territorial da economia solidária do Programa de Formação Paul Singer, da Secretaria Nacional de Economia Solidária, no Ministério do Trabalho e Emprego.

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