A falta de espinha está revelada. A escolha até estava facilitada, uma mensagem unificadora de cidadãos versus uma mensagem divisória e repleta de ódios.
A não opção é em si uma opção: tanto me faz no que der, não fui eu e por isso amuo. Não me chateia se tiver eleitores que concordam com quem manuseia a xenofobia presente num eleitorado, sobretudo definido por, de homens adultos e pouco instruídos (é o que informa a sondagem à saída das urnas).