@blau_araujo@carlosenog Acabei de ver no yt, e apareceu aqui :) O aprender a aprender é fundamental, e esse abrir de parêntesis em coisas que ainda não sabemos, é que nos permite avançar, pois não há caminho linear na estrada do saber.
@tiagojferreira@outraspalavras ainda não na gestão econômica, mas o projeto me inspira a contribuir, dentro de minhas possibilidades, com movimentos e iniciativas proletárias:
Nota de Repúdio aos Ataques Contra a Vereadora Guida Calixto e Suas Assessoras Nós, militantes da Liga Comunista Brasileira (LCB), manifestamos nossa total solidariedade à vereadora Guida Calixto, de Campinas, e a sua equipe, vítimas de um ataque covarde em 18 de março de 2026, aparentemente orquestrado por uma organização paramilitar atuante na cidade. Na ocasião, os agressores entraram na Câmara alegando destino a outro gabinete, mas acabaram por invadir o espaço da vereadora, agredindo e assediando as mulheres presentes. No vídeo divulgado, Miquéias Pereira, Gerick Brenelli e Israel Junior se identificam enquanto fazem ameaças à assessoria. Esse episódio soma-se a uma série de agressões já sofridas pela equipe, inclusive nas ruas e em redes sociais. Em paralelo, outros paramilitares têm atacado estudantes no campus da Unicamp, muitas vezes com apoio de seguranças armados.
Mas, para a burguesia e seus políticos entreguistas, o lucro vem em primeiro lugar. Pagamos a 3ª passagem mais cara do país (R$ 6,00), superando 24 capitais, para andar em ônibus lotados, esperar longos períodos nas filas e utilizar veículos que quebram no meio do trajeto, chegam a pegar fogo e não oferecem qualquer conforto.
Nas estradas, a exploração continua com novos aumentos nos pedágios em julho de 2025. Isso não é crise: é o projeto do capital, usar dinheiro público para garantir o lucro privado.
A solução existe e é coletiva. É preciso tirar o transporte das mãos dos empresários. Várias cidades no Brasil (cerca de 170) e no mundo já contam com sistemas públicos, com tarifa zero ou estatizados, provando que outro modelo é possível.
Chamamos todos os movimentos sociais, organizações e partidos de esquerda e, em especial, a população trabalhadora, a se organizarem e ocuparem as ruas.
1. TARIFA ZERO E TRANSPORTE PÚBLICO MUNICIPALIZADO. Fim das concessões privadas. Por ônibus novos, acessíveis e com ar condicionado. Os motoristas atuais devem ter prioridade em um programa de profissionalização para ingressar no serviço público, com bons salários e direitos garantidos.
2. ESTRADAS PÚBLICAS, SEM PEDÁGIOS. Fim da privatização das rodovias. As estradas devem estar sob os cuidados do Estado, sem cobrança abusiva do povo.
3. INFRAESTRUTURA PÚBLICA E PLANEJADA. Por um sistema viário municipalizado, que sirva ao povo e não ao lucro.
4. TRANSPORTE SOBRE TRILHOS JÁ! Por um sistema integrado de monotrilho, metrô e trem para Campinas e região, como alternativa popular de massa.
Tomar as ruas! Hoje em Campinas, panfletagem das organizações políticas revolucionárias e de esquerda.
Terminal Central de Campinas, 17h00.
ABAIXO O AUMENTO DA TARIFA! TARIFA ZERO, JÁ!
O governo e o prefeito Dário Saadi mais uma vez autorizam o aumento da tarifa de ônibus. Enquanto isso, Campinas tem hoje menos ônibus nas ruas (uma queda de 16%) e um serviço cada vez pior, que empurra a população para a dependência do carro. Já somos mais de 1 milhão de veículos na cidade, gerando um verdadeiro caos no trânsito.
Isso coloca em risco, especialmente, ciclistas e pedestres, que acabam sendo as vítimas mais vulneráveis desse trânsito caótico, em uma cidade com pouca sinalização, calçadas destruídas ou inexistentes e pouquíssimas ciclovias que não são respeitadas.
A esquerda radical brasileira demonstra graves limitações na incorporação da pauta trans, tratando-a como "identitarismo" ou reduzindo-a a questões secundárias. Esta visão ignora que gênero, raça e classe formam uma tríade indissociável de opressão sob o capitalismo. A experiência cubana mostra que é possível corrigir rumos: de perseguições no passado, o país evoluiu para políticas avançadas de direitos LGBT+, demonstrando a capacidade de autocrítica do movimento comunista.
A realidade material da população trans no Brasil é de extrema vulnerabilidade: 90% dependem da prostituição por exclusão sistêmica, com expectativa de vida reduzida pela violência transfóbica racializada. A esquerda que não compreender que a libertação trans é parte orgânica da luta de classes continuará reproduzindo as mesmas estruturas de opressão que afirma combater.
Casado, pai de duas lindas meninas, pai de três gatos safados, programador, rábula em TI há mais de 40 anos; o que só reforçou em mim a necessidade e a possibilidade de uma revolução comunista."O cronômetro de ontem é a meta de hoje." Prof. Ricardo Antunes