A fotógrafa Rosa Gauditano tinha 23 anos quando, em 1978, foi chamada pela revista Veja para fotografar as frequentadoras do Ferro’s, bar de São Paulo considerado um refúgio para mulheres lésbicas. Numa época de ditadura militar, quando o Brasil prendia, torturava e até matava pessoas assumidamente LGBTI+, o espaço era um dos únicos locais públicos onde mulheres que amavam mulheres podiam conviver com alguma liberdade. A reportagem encomendada a Gauditano nunca foi publicada — afinal, o país vivia um período de exceção —, mas os negativos daquele dia no Ferro’s sobreviveram ao tempo. Neste material assinado pela fotógrafa e pela jornalista Milly Lacombe, a revista ZUM mostra esses registros, que vão das cervejas e mesas de sinuca até os abraços, amizades e paixões. (Nexo)
@cadusilva esses dias teve um Career Ladder (video em que um cara tenta adivinhar a profissão dos outros em 2 minutos) no Rio e o entrevistado era um arqueiro profissional. Será se era @Kiloku?
Conhecido contando que todo fim de semana *e* feriado um morador do prédio vizinho solta uma bomba (dessas de fazer barulho) no estacionamento entre os prédios do condomínio, logo cedo de manhã.
Acordando todo mundo, desesperando os cachorros e crianças etc.
Até que hoje conseguiram filmar o evento às 6 da matina, e identificaram quem era o animal - um homem (óbvio) de quase 50 anos.
Eis que chamaram a polícia e, sem saber disso, o cara soltou outra bomba enquanto os "tiras" estavam lá.
Uma espécie de deus inca preso num corpo de um cara sem poderes e com o joelho que dói se eu agacho muito. Contém shitpost e baixaria. Toots automaticamente apagados a cada 14 dias.